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Depois de 6 anos by Gustavo


Olá, leitores. Sou brasileiro, já acompanho o site há algum tempo e decidi compartilhar com vocês uma história real minha.

Atualmente tenho 20 anos e se tem uma coisa que não gostava de fazer quando criança, essa coisa era cortar cabelo. Me esquivava o máximo possível de qualquer lugar onde possa ser que eu tivesse que cortar o cabelo, isso ocorria pois desde criança quem cortava meu cabelo, do meu irmão e primos era meu avô quando iamos passar os domingos na chácara em que ele morava com minha avó.
Cresci sendo essa criança que não gostava de cortar o cabelo até que aos 12 anos decidi que não iria mais cortar o cabelo e o deixei crescer por um ano, até que aos 13, em dezembro de 2012 eu fui à casa de uma cabeleireira do meu bairro, onde ela fazia atendimentos após sair de seu salão no centro e lá tive um corte curto com tesoura que me deixou com o cabelo rente na cabeça.
Meus pais fizeram uma pressão enorme sobre mim e foi o que me levou a cortar o cabelo após um ano deixando -o crescer, me arrependi profundamente e daquele dia em diante decidi de vez que não mais cortaria. Acontece que por volta dos 14 anos foi quando comecei a perceber o cabelo masculino como um fetish e apreciar as nucas raspadas e os pézinhos bem feitos começaram a me encher de tesão. Nesse período de descoberta me dava saudades de sentir meu cabelo curto, mas reprimi esse desejo e fui deixando o cabelo crescer.
Durante todos esse anos eu sempre pensei em raspar todo o cabelo para poder sentir em mim mesmo o que gostaria de sentir passando a mão na cabeça de outros caras, como fazia com meus amigos e primos sempre que eles faziam um corte com a parte de trás da cabeça raspada e depois me acabava na punheta quando chegava em casa e lembrava do toque que havia feito neles.
Eis que estava acabando o ano de 2018 e aos 19 anos eu finalmente estava determinado a raspar o cabelo de vez. Sempre comentava com os amigos que iria fazer mas de tanto falar eles já desacreditavam que faria.
Meu cabelo já chegava quase na cintura, um castanho escuro bonito e muito comentado pelas pessoas na rua, principalmente pelas mulheres e pelas evangélicas.
Eu armei todo um plano para ter certeza que na hora "h" teria coragem de entrar na barbearia. A barbearia fica no bairro vizinho ao meu e a conheci pois passava quase que diariamente em frente a ela ao voltar de ônibus da faculdade. Sempre que passava por volta do meio dia via um homem moreno e alto lá dentro e geralmente não haviam clientes naquele horário.
Tava tudo certo na minha cabeça. Dia 14 de dezembro era uma sexta feira e foi o único dia da semana que eu teria aula pois seria a última prova do semestre. Acordei determinado e só pensava na hora que sairia da prova e passaria na barbearia para finalmente dar fim àquele cabelo que há tempos já não queria mais na minha cabeça.
Fui para a faculdade, fiz a prova, peguei um ônibus da faculdade até o terminal, pois estava muito sol no dia, e finalmente entrei no ônibus que passaria na frente da barbearia. Naquele momento estava com um pensamento de que só entraria na barbearia se ao passar por fora eu visse que ela estava vazia. Ao passar na frente dela, reparo que havia um negro alto em pé conversando com o barbeiro e como percebi que ele já havia sido atendido, puxei a cordinha do ônibus e parei no próximo ponto.
Ao descer do ônibus a sensação que senti já foi estranha, algo que não sei explicar, fui subindo a rua com o meu longo cabelo preso em um coque solto, aqueles do pessoal de humanas, cheguei na frente da barbearia e empurrei a porta de vidro de correr.
Logo que eu entrei o barbeiro e o outro cara já me encararam. O cara que já havia sido atendido cumprimentou o barbeiro e foi embora. Aí, eu olhei pro barbeiro e disse:
- eai, vim dar um trato, cortar tudo isso fora.
Ele me olhou com uma cara de quem nunca havia cortado um cabelo daquele na vida e disse:
- cortar tudo mesmo? Que corte você vai querer?
- quero cortar tudo fora, passar a máquina em geral.
Ele me olhou meio desconfiado:
- então tá bom, vamos lá, e eu lhe falo:
- me arranja um pente aí que eu vou pentear e amarrar isso aqui pra você poder cortar.
Ele me dá um pente, eu penteio todo aquele cabelo, pego o elástico de cabelo do braço e amarro tudo aquilo em um rabo de cavalo no meio da cabeça, para que fique uniforme no corte.
Após isso, sentei na cadeira e disse: "vamos lá".
Ele pegou uma capa na gaveta da bancada e colocou em volta do meu pescoço, tirando pra fora o rabo de cavalo que seria cortado. Eu pensei que ele seguraria o rabo de cavalo e cortaria com uma tesoura, mas não, ele pegou uma máquina sem pente e foi passando em volta do rabo até que todo ele tivesse sido cortado fora e após isso colocou aquele pedaço enorme de cabelo em cima da bancada onde haviam outras máquinas e tesouras.
Eu me olhei no espelho e automaticamente me achei estranho, mas como estava determinado à ir até o fim, simplesmente fui.
Ele me olhou e perguntou:
- e agora? Vai cortar tudo mesmo?
Eu o olhei através do espelho e respondi:
- minha vontade era começar do zero e passar a máquina 0 em tudo, mas como minha cabeça é muito branca acho que vai ficar zoado, o que você me fala?
- olha, se você não quer que apareça o branco acho q dá pra passar uma máquina 2, acho que vai ficar bom e, admiro sua coragem em, é a primeira vez que eu corto um cabelo desses na vida, e acho que vai ser a última. Vou passar a 2 aqui na lateral e aí você olha e me fala o que acha- eu o olhei pelo espelho e concordei.
O barbeiro pegou o pente número 2, colocou na máquina e foi passando pelo lado direito. Ele deu uma passada e perguntou:
- eae? Assim tá bom?
Eu apenas o olhei e balancei a cabeça em sinal de acordo.
Ele foi passando a maquininha em todo o lado direito, segurou minha orelha e passou atrás, foi para a parte de trás e continuou dando as passadas enquanto eu apenas observava a grande quantidade de cabelo que caia no meu colo e no chão. Depois foi para o lado esquerdo e raspou tudo também.
Nesse ponto eu já estava me olhando no espelho e não estava mais me reconhecendo, até porquê estava há 6 anos sem passar por essa situação em uma cadeira de barbeiro. Mas, ao mesmo tempo estava me achando extremamente sexy com as laterais do cabelo raspadas e o topo ainda meio longo após o corte do rabo de cavalo.
Nesse meio tempo já havíamos conversado sobre diversos assuntos, faculdade, namoro, idade e ele havia revelado que tinha se casado há uma semana e que tinha 22 anos de idade. Quando ele revelou a idade fui eu que falei que ele era mais corajoso casando aos 22 do que eu cortando o meu cabelo de anos sem cortar, ele riu e concordou com a cabeça.
Ao terminar de raspar as laterais e a parte de trás da cabeça, ele me olhou e perguntou:
- vai raspar em cima também?
Eu já estava totalmente dominado pela situação que simplesmente falei:
- já estou aqui, então só vai, pode raspar em cima na 2 também.
Ele parecia não acreditar em toda a situação na qual estava participando e parecia muito animado com tudo aquilo. Mas após minha aprovação, ele colocou a máquina na frente da minha cabeça e correu para trás várias vezes até que minha cabeça estivesse completamente raspada.
O barbeiro se certificou de que não ficara nenhuma parte desigual, desligou a máquina e a colocou na bancada. Em seguida, ele pegou uma máquina para fazer o pézinho e a passou nas laterais e na nuca para deixar tudo nos trinques.
Quando pensei que havia terminado o corte, ele pega e diz:
- agora vou só passar a navalha e já vai estar pronto.
Aquela sensação da navalha seria uma coisa nova para mim, e algo que já havia visto em vários vídeos e achava sensacional de dar tesão.
Ele passou um gelzinho transparente nas bordas do cabelo e na nuca e foi passando a navalha para se certificar de que não ficasse nenhum cabelo fora do lugar.
Terminando de passar a navalha, ele me olha com um ar de contentamento e de felicidade, como quem havia tido uma realização, e comenta:
- Nossa, até que ficou bom em você esse cabelo raspado, sua cabeça é bonita pra esse corte, tem gente que não fica bem com o cabelo assim não.
Eu o olhei e fui grato ao elogio. Ele passou o espanador em volta do pescoço para que não restassem aqueles cabelinhos cortados ali e retirou a capa. Eu levantei da cadeira, perguntei quanto era o corte e paguei. Peguei o rabo de cavalo em cima da bancada, coloquei em uma sacolinha que havia levado e coloquei-o dentro da bolsa para levar para casa.
Na hora que fui cumprimentá-lo para ir embora ele me olha e diz:
- agora você vai demorar pra voltar aqui novamente.
Eu retribuo o olhar e comento:
- sem problemas, próxima vez que for cortar eu volto aqui.
Nisso, abri a porta da barbearia e senti uma sensação ao sair dali que nem lembrava que um dia havia sentido, foi o vento correndo em volta da minha cabeça em uma sensação maravilhosa.
No fim das contas eu não me arrependi nem um pouco de ter cortado o cabelo, o que me arrependo foi de não ter ido mais curto, visto que a princípio meu desejo era raspar tudo na 0, mas depois voltei até a barbearia e pedi um corte de indução, com as laterais completamente raspadas, na pele, e uma máquina 1 em cima para dar um contraste, não vou mais saber o que é viver sem ter uma cabeça gostosa de passar a mão e nem sem ter um cabelo raspadinho para ficar me deliciando, já estou decidido, de agora em diante não abro mais mão desse fetish por nada nesse mundo.



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